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PES 13 traz a versão Gauchão 2013
O Baita Bagual estreia sua página no Blog do Gremistano e de vereda trás para os leitores a versão ABAGUALADA do PES 2013. Dá só uma olhada!
sábado, 2 de agosto de 2014
Só Felipão salva.
Grêmio foi à Salvador enfrentar o Vitória na noite deste sábado, o
resultado foi péssimo para o tricolor gaúcho.
No comando de André Jardine, o Grêmio foi a campo com três mudanças:
Edinho, no lugar de Ramiro; Breno ao invés de Saimon; e no ataque, Dudu na vaga
de Fernandinho.
Jogo muito disputado do inicio ao fim. As primeiras chances surgiram
logo cedo para ambas as equipes. Mas quem aproveitou melhor foi o Grêmio, aos
11 minutos com Barcos, sim, Barcos, que recebeu lançamento de Dudu, dominou no
peito e mandou com classe para o gol. O pirata enfim parece ter desencantado,
mesmo que ainda não venha demonstrando atuações magnificas, marcou seu terceiro
com em dois jogos, o que é o mais importante. Que continue assim.
O Grêmio mantinha a posse da bola, e o Vitória
apertava a marcação, fazendo com que o Grêmio tivesse dificuldades em
trabalha-la com perfeição. O tricolor se postava bem defensivamente, Rhodolfo
mantinha tudo sobre controle por ali fazendo um bom trabalho. Porém erros
aconteciam, cruciais.
Alguém que se destacou muito no jogo foi Dudu, que foi acionado na
maioria dos lances nas jogadas de ataque do lado direito e sempre servia bem (às
vezes nem tão bem assim) os atacantes que desperdiçavam as oportunidades. Por
outro lado tínhamos um Luan um pouco apagado em campo, que cá entre nós, não
vem atuando em sua melhor forma ultimamente. Prendia demais a bola consigo,
errava passas simples. Definhava.
Luan teve a melhor chance do Grêmio para ampliar a vantagem no
segundo tempo. Ficou cara a cara com o goleiro Wilson e mandou pra fora. O
futebol é injusto, e quem não faz, leva. No lance seguinte, gol do Vitória. Por
mérito, vinha criando mais chances que o Grêmio, arriscava mais, atacava
melhor. Afinal, jogava em casa.
Mesmo antes de sofrer o gol, o Grêmio já não vinha bem. Quando o
adversário marcou, ai o time deu uma desorganizada. Errou muitos passes cruciais
no ataque que o prejudicou no resultado. Ficou afoito. Não conseguia ameaçar e
fazer pressão ao Vitória.
O crime maior ocorreu no pênalti, que não existiu, de Edinho em Dinei.
Jogador claramente se joga ao solo sem motivo algum. E nem mesmo o árbitro "padrão FIFA" foi capaz de perceber tamanha simulação. Grohe foi bem na defesa, mas
pecou em espalmar a bola à frente, nos pés de Caio, que no rebote, mandou pra
dentro.
O Grêmio poderia ter definido o jogo ainda no primeiro tempo, mas
faltou aquela garra que faz tempo que não vemos na equipe. Vencendo de um a
zero fora de casa, vendo que podia fazer mais, o time não se arriscou, não
tentou ampliar. Aquela raça copeira faz muita falta à equipe. O tricolor ainda
tem várias baixas, vários pontos fracos. Como alguns dizem, “ainda fede a
Enderson”. Felipão vai ter muito trabalho para tornar esse elenco em um time
campeão, com raça e vontade.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
THE ENDerson
O trabalho de Enderson Moreira chegou ao fim, no Grêmio. Até que enfim,
diga-se de passagem. Ainda mais com o que vimos ontem na Arena. E não só pelos
resultados no placar, foi por um conjunto de erros que culminaram em sua saída do
tricolor.
Difícil entender como esse fato só o correu agora. Depois de entregar o
Campeonato Gaúcho ao Internacional com duas derrotas, sendo um em plena Arena e
outra por goleada de4 a 1. Enfurecendo a torcida, Enderson seguiu. Paralelo
ao gauchão havia a Libertadores, onde o time teve uma boa campanha na fase de
grupos que, porém, não amenizou sua situação no cargo, pois logo na fase
seguinte, nas oitavas, caiu diante de um San Lorenzo nos pênaltis, também em
casa. Ali, pra mim, já bastava, já teria sido ali o momento de demiti-lo. Mas Enderson
seguiu no cargo. Muito contestado pela torcida, mas permaneceu aos trancos e
barrancos comandando o tricolor à beira do campo.
Veio a parada para a Copa, as esperanças se renovaram, não só com o
treinador, mas também com a equipe que se reforçou muito bem para o segundo
semestre com bons jogadores. Mas não vimos nada, absolutamente nada de
diferente na equipe além de novos jogadores em campo. Não vimos uma mudança na
postura do time, se quer uma mudança tática. Muito pelo contrário, um Grêmio
apático, perdido em campo até mesmo dentro da própria casa. Bagunçado, sem um
comando, um Deus nos acuda. Não parecia ser uma equipe, e sim 10 jogadores
correndo atrás da bola.
Enderson pareceu não ter
absorvido nada de produtivo depois de ver a postura de grandes seleções em
campo na Copa do Mundo, como Holanda, Alemanha, etc. Não conseguiu aplicar nada de diferente na
equipe do Grêmio.
Não foi capaz (ou por algum outro motivo) de ver que Barcos não rendia
nada em campo, não teve coragem (?) de tirar sua titularidade e dar chance ao
garoto Lucas Coelho, que entrou bem em duas chances que havia tido. Sendo
melhor que Barcos em apenas 15 minutos de partida.
Dos três jogos, nenhuma grande atuação, daquelas de encher os olhos.
Até mesmo na vitória sobre o Figueirense, fora de casa, o time não convenceu.
Fez o gol no inicio da partida e não rendeu mais. Chegou a passar por apuros
diante de um time medíocre que é, com todo respeito, o Figueirense. Queimou o
menino Saimon na lateral esquerda. Um zagueiro destro improvisado na lateral
esquerda... Ok, o jogador não foi tão mal, mas teria outras opções para a
posição, não precisava colocar um ‘zagueiro’ ali.
Ontem na Arena contra o Coritiba a mesma coisa. Uma bagunça em campo. O
único ponto positivo foi o que considero o melhor jogo de Barcos no ano. Não
somente pelos dois gols, mas sim por uma atuação, não boa, mas melhor do que as
que o centroavante vinha apresentando anteriormente. O pirata está longe de ser
o que era no Palmeiras, mas ontem mostrou que é capaz de surpreender. Espero
que a partir de agora, volte a ser o que era quando chegou ao tricolor.
Mesmo estando apenas no começo do Campeonato, nos encaminhando para a
13º Rodada, acredito que este foi/vai ser mais um ano medíocre para o tricolor.
É triste ter está perspectiva, mas pensar em título do brasileirão agora, já é
loucura. Temos ainda a Copa do Brasil, ai sim vejo nossa grande chance de
títulos. Espero que o próximo técnico possa nos dar esta alegria de voltar a
gritar “é campeão!”.
| Foto: Lucas Uebel/Grêmio |
sábado, 19 de julho de 2014
Uma boa vitória, mas sem convencimento.
Mais um jogo do Grêmio, desta vez em Santa Catarina, Florianópolis, pra
ser mais exato. O adversário era o Figueirense, que está entre os quatro últimos
colocados na tabela. Adversário relativamente fraco, que não tem um bom
retrospecto na competição este ano.
Novamente Saimon improvisado na lateral esquerda. Um erro. Um bom
zagueiro que tem que jogar meio que improvisado, pois Sr. Enderson acredita que o jovem Breno
ainda não está pronto para a titularidade. Claro, a camisa tricolor não é para qualquer
um, mas acredito que Breno tem sim potencial para exercer seu papel pela ala
esquerda sem nenhum problema, e Saimon podendo ser mais bem aproveitado em sua
posição de origem.
Logo de cara o gol. Aos 3 minutos de jogo, Alán Ruiz recebe a bola em um lance de azar da defesa adversária, rola para trás e Giuliano bate pro gol, abrindo o placar para o Grêmio. Que,
aliás, vem se destacando muito no Grêmio. Teve uma ótima atuação diante do
Goiás e mais uma bela apresentação hoje, coroada com o gol. Giuliano vem mostrando
que não veio para brincar, e sim para nos dar muitas alegrias. Acredito em seu
potencial, é um baita jogador que pode até ser decisivo para o Grêmio. Que
assim seja!
Otimistas diriam que o jogo iria ser tudo de bom. Ora, um gol já
logo no inicio é um bom sinal. Porém, mesmo Figueirense sendo um time abaixo da
média, não é bobo. A equipe da casa acordou depois do gol sofrido, cresceu. Passou
a dar um pouco de trabalho ao Grêmio que administrava bem o jogo, mas não
chegara a criar grandes chances. O tricolor passou a (estranhamente) se
defender mais, e a estudar o jogo sem se lançar muito ao ataque.
O segundo tempo de jogo começou muito ruim. Sem lances de perigo, sem
grandes jogadas por ambas as equipes, um jogo morno, e até certo ponto equilibrado. O Tricolor anulou muito bem
as poucas chances que tinha o Figueirense, pois contava com um sistema
defensivo que (apesar de não estar 100%) deu conta dos ataques da equipe alvinegra.
Enquanto na defesa tudo ocorria como o programado, o time tinha algumas
dificuldades no ataque. A falta de um verdadeiro centroavante, um camisa 9
matador, goleador, prejudica o Grêmio. Barcos se quer tocou na bola em todo o
primeiro tempo. Idem no segundo. Mais uma vez foi substituído por Lucas Coelho,
que em poucos minutos faz mais que ele em 90. Mesmo errando um gol praticamente feio no fim, teve uma razoável atuação no tempo em que esteve em campo. Das duas uma: ou estou delirando
de vez, e apenas eu vejo isso, ou somente Enderson não vê o que todos nós enxergamos
nitidamente. Ou não tem culhões para tira-lo antes de campo, ou deixa-lo no
banco. Sei lá!
Mesmo com a expulsão de Thiago Heleno aos 19 do segundo tempo, o Grêmio
não mudou de atitude, não se arriscou mais, não propôs jogos ao Figueirense.
Permaneceu com um toque de bola, administrando a pequena, e importante,
vitória. Uma atitude muito errada, já que com um jogador a mais, poderia ir pra
cima para definir o jogo logo.
Grêmio jogou a baixo do esperado tendo em vista um time como o
Figueirense. Poderia ter feito mais, pela sua grandeza. Foi uma bela vitória,
uma conquista importante fora de casa. 3 pontos que o deixou temporariamente
no G4. Apesar da vitória fora e do G4 temporário, ainda é pouco. Grêmio tem que
melhorar bastante, pois se que conquistar o Brasil, jogando assim que vai ser.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Recomeço medíocre...
Os cerca de 26 mil torcedores
que estiveram na Arena do Grêmio hoje para assistir a partida contra o Goiás,
valida pela 10ª rodada do brasileirão, não saíram muito satisfeitos com o
resultado.
Foto: instagram.com/gremiooficial
|
O Grêmio se demonstrou um pouco
tímido no primeiro tempo. Com um time bem postado teve uma boa movimentação em
campo, diante de um Goiás que se demonstrava acuado na defesa, com uma boa
dupla de zaga. O tricolor teve boas chances, concentrou seu jogo praticamente no campo
de ataque, porém faltava uma maior perfeição na hora do chute ao gol. Eram chutes
sem direção, poucos passavam perto à trave.
Giuliano, que estreava pelo
Grêmio nesta noite, teve uma boa participação, não somente no primeiro tempo,
mas em todo o decorrer do jogo.
O segundo tempo melhorou
muito, para ambos os times e também para quem estava acompanhando a partida,
pois os dois times vieram com mais vontade para a segunda etapa. Principalmente
o time da casa, que conseguiu aprimorar os lances de finalização criando mais
chances de gols trabalhando mais a bola próxima à área. Enquanto o Goiás não
modificou sua postura defensiva, e permaneceu se defendendo a maior parte do
jogo, saindo pouco em busca do tento.
O melhor lance do jogo, que
foi também o de melhor chance de gola, aconteceu somente aos 36 minutos do
segundo tempo, em que Lucas Coelho, que entrou (bem) no lugar de Barcos, meteu
uma bola na trave.
E foi só. Fim de jogo: Grêmio
0x0 Goiás.
Não que o Grêmio não tenha
jogado suficiente para ganhar a partida, temos que dar méritos também à equipe
do Goiás, que se comportou muito bem jogando fora de casa. Não arriscou tanto
chegar ao ataque, não deu trabalho à zaga gremista e sim aos atacantes do
tricolor, que não conseguiam passar pelo sistema defensivo da equipe
esmeraldina.
Como já havia falado, gostei
muito da atuação de Giuliano. Um jogador de movimentação no meio campo e ataque
que auxilia também na criação de jogadas de finalização. Errou em alguns
momentos em que deixou de colocar a bola pra dentro do gol, mas nada que apague
sua bela atuação hoje. Mostrou ter garra e determinação. Tem um grande futuro
pela frente junto ao Grêmio.
Por outro lado, vimos outra
atuação patética por parte de Barcos. Teve uma ou duas chances mal aproveitadas
durante o tempo em que esteve em campo, e quando saiu, deixou o campo sob
fortes vaias (merecidas) da torcida. Não é de hoje que vimos um Barcos apagado
em campo, pouco soma a equipe, mas parece que agora, e tomara que seja assim, Endenson
vem tirando-o de campo, apenas nos minutos finais, mas já e um bom começo.
O tricolor deixou de somar
três pontos importantes frente um adversário direto na briga por posições na
parte de cima da tabela. Poderia ter se aproximado mais das primeiras posições,
mas, por pouco, deixou escapar outros dois pontos importantes.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Que venha o segundo semestre!
A Copa do mundo está por
acabar, sem demora o Brasileirão e a Copa Do Brasil estarão de volta. E também nosso Grêmio em campo.
Assim como eu todos estão com
saudades do tricolor, não dá mais pra suportar passar semanas sem ver um jogo
do Grêmio. Sem vibrar, sem gritar, sem torcer. Porém, esperamos não ver mais aquele mesmo time do primeiro
semestre, apático abaixo do esperado. Sem raça e vontade. Queremos um time com
novos ares, copeiro, que nos represente e conquistem títulos ainda este ano.
Novidades no elenco: O
plantel gremista para a volta do brasileirão vem modificado, com as saídas principais
de Leo Gago, Yuri Mamute e Kléber, o Grêmio se reforçou com as contratações de Matías
Rodriguez, Fellipe Bastos, Giuliano e, por ultimo, Fernandinho. Que vieram de
Sampdoria/ITA, Vasco da Gama, Dnipro/UCR e Atlético-MG, respectivamente.
Reforços mais do que bons para
o segundo semestre, nunca é demais reforçar o elenco, ainda mais com peças que
tenho certeza que vêm para somar muito ao elenco já estabelecido. Em especial,
gostei da contratação de Giuliano, um meio-campo de muita habilidade, que com
seu domínio e seus passes certamente vai render muito no Grêmio.
Dentre as saídas, mesmo que
por empréstimo, não vejo nada de errado, pois Kléber e Mamute vinham deixando a
desejar em campo, não estavam rendendo o esperado e, em particular, não gostava
muito deles no elenco.
Em dois amistosos realizados
nessa pré-temporada, o que me preocupa é o fato de o tricolor ter vencido
apenas um, contra o Maringá, e empatado o outro contra o Londrina. Dois times
considerados fracos, frente ao Grêmio, que deram um bocado de trabalho. Um
tanto quanto estranho, mas como eram apenas amistosos não tem muito efeito.
Espero que não joguem o mesmo futebol quando o bicho pegar pra valer.
Mesmo com a chegada de
Fernandinho para ajudar no ataque, duvido muito que Enderson irá tirar a
titularidade Barcos. Certamente, o que é uma pena, vai tirar Dudu ou Luan do
time para a entrada do novo reforço (se isso acontecer). Espero que nesse
segundo semestre Barcos faça muito mais do que fez na inicio do ano. Que faça
jus a sua titularidade. Enfim: que cale minha boca. Um dos (se não o mais)
jogadores que eu mais ‘pego no pé’.
Confio no Grêmio, sei de sua
capacidade e de seus jogadores. Acredito sim, como sempre, que com garra, determinação
e muito trabalho conseguiremos conquistar um tão sonhado título ainda este ano.
Se não do Brasileirão, que venha o da Copa Do Brasil!
A reestreia no Brasileirão
está marcada para o dia 16 de julho, contra o Goiás, na Arena.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
O Grêmio até aqui
O que temos a dizer sobre o time do Grêmio até aqui, neste ano? Bom,
vamos lá...
Depois de um 2013 ruim para o
Grêmio, onde caiu nas oitavas da Libertadores, perdeu na semifinal da Copa do
Brasil para um desfavorecido Atlético-PR, e em que o time apenas conquistou um
“vice-campeonato” brasileiro, com um bom elenco, com Vargas, Fernando &
cia, porém decepcionando sua torcida com resultados em relação às competições
anteriormente citadas, o Grêmio iniciou um 2014 com novos ares.
Pelo menos era o que se dava
para observar no inicio do ano. Mesmo com um elenco sem “estrelinha”, um time
sem um GRANDE nome, com a saída daquele que era para ter sido o nome do time
ano passado, Vargas, e também com o “glorioso” Dida sendo negociado com o
coirmão, - entre outras perdas -, o Grêmio demonstrava ter mudado para o novo
ano, o ano da Copa, e que tinha como principal objetivo conquistar o tão
sonhado Tri da América.
O que se comentava entre os
torcedores no inicio do ano, diferente dos anos anteriores, era que estavam
todos um pouco “preocupados” com o time. Deixaram de criar toda aquela imensa
expectativa em volta da conquista de títulos e começaram a por os pés no chão.
Parecia que estavam vacinados contra isso. Contra aquele negócio de sempre
criar expectativas e sair frustrado no fim. Todos duvidavam, no inicio, que o
Grêmio poderia nos surpreender com grandes conquistas neste ano, sabíamos que
era um time até mesmo “limitado” (pode não ser a palavra certa), mas que nem
por isso deixaríamos de apoia-lo e incentiva-lo. Afinal, estaríamos com o
Grêmio onde o Grêmio estivesse.
E começam as competições.
Primeiramente o Gauchão, que foi disputado pelos reservas, ou “time B”. Que
foram bem na competição, e em alguns jogos dando espaço para a equipe titular
disputar os confrontos, levaram o time à final do estadual contra nosso maior
rival: Internacional. E ai é aonde vem nossa primeira decepção com o time neste
ano: primeiro jogo da final é na Arena. Torcedor presente fazendo a festa,
empurrando o Tricolor, confiante na vitória. E o que acontece? Derrota por 2x1
em casa. Ok, mordidos, seguiu a semana até o jogo de volta, em Caxias do Sul. E
mais uma vez todos confiantes na virada, todos sabendo que o time seria capaz
de reverter o placar, entusiasmados. E o que acontece: uma (dolorosa) goleada
de 4x1 para os vermelhos. Terminar o Gauchão perdendo a final de goleada, e
tendo que ver nosso maior rival levantar o troféu, doeu.
Depois do vexame provocado
mais pelos placares dos jogos do que pelo fato de termos perdido o títulos,
demos ênfase à Libertadores, a obsessão neste ano. O Grêmio estava no temido
“grupo da morte”. A campanha na fase de grupos da competição foi espetacular:
invicto, com quatro vitórias (duas fora) e dois empates, se classificou como em
primeiro lugar no grupo e segundo melhor “geral”. Os jogos, as vitórias, as
boas atuações, deram ânimo ao torcedor que passou a acreditar cada vez mais que
o time poderia sim levantar a taça do Tri esse ano.
Mas ai veio o balde de água
fria; enfrentaríamos o tal ‘San Lorenzo’ nas oitavas, um time considerado fraco
por alguns. De fato poderia ser, pois é um time sem muita tradição na
competição, com onze participações e nenhum título. O Grêmio era apontado como favorito
por muitos. E a este ponto aquela “vacina anti-entusiasmo” de muitos, já tinha
se ido pelos ares. Estavam todos eufóricos e superconfiantes no time. Não só
por se tratar de que iriamos enfrentar um clube que é apenas um campeão
argentino (e só), mas pela baita campanha na fase de grupos pelo nosso tricolor
que era bem melhor do que a do clube argentino.
O futebol é uma caixinha de
surpresas, e às vezes nem sempre gostamos dessas surpresas. Primeiro jogo na
argentina, pela melhor campanha, o Grêmio decidiria em casa a classificação.
Fomos à argentina cientes de que poderíamos sim ganhar, mesmo que de um placar
pequeno.
Não foi o que aconteceu.
Derrota. “Mas foi de apenas 1x0”. No jogo na Arena, novamente, assim como havia
sido no jogo de volta na final do Campeonato Gaúcho, estávamos todos confiantes
na vitória, há quem dizia que o Grêmio iria “patrolar” o San Lorenzo na Arena.
Sim, inclusive eu; pensava que não havia motivos, e nem como o Grêmio não
ganhar. De fato ganhou, de apenas 1x0 e a derrota acabou vindo nos pênaltis.
Derrota sofrida, daquelas que faz os gremistas chorarem desolados (talvez um
exagero). Inexplicável o que aconteceu com o Grêmio, que era muito mais time
que o clube argentino. Nosso tricolor dava adeus ao sonho do Tri da América.
Eliminado da Libertadores, resta-nos
o Brasileirão. O time vem bem, mas poderia estar muito melhor. Deixou de ganhar
pontos importantes em jogos em que a dificuldade era menor. Cometeu alguns
erros que não o permitiram de estar mais bem colocado. Até agora, com a parada
para a Copa, o Grêmio possui 15 pontos e está em 6 lugar. Quando digo que
poderia estar melhor, exemplifico dizendo que ele poderia estar entre os três
primeiros, o que não seria nada mal, nada mal mesmo. Ainda tem a Copa do
Brasil, mais adiante, mas isso é papo para outra hora.
Um ano que tinha tudo para ser
perfeito (ou quase) que foi desmoronando aos poucos, primeiro no gauchão e
depois na Libertadores. Mas qual o problema do Grêmio? Ou quais os problemas?
Será que é interno? Ou serão mesmo os jogadores que são muito ruins?
De fato, o Grêmio precisa de
mudanças se quiser conquistar algum título ainda este ano. A começar
modificando peças no time, jogadores que visivelmente não tem mais condições de
jogar.
Pego principalmente no pé do
Barcos. Pra mim o cara que mais faz lambança no time. Pode ser que eu não
entenda nada de futebol, mas mesmo se não entendesse saberia que faz muito
tempo que o pirata joga com tapa-olho nos dois olhos. Sem contar nos gols que
vem devendo à equipe. Um cone. Me dá uma certa agonia quando o vejo com a bola
nos pés, não sabe o que fazer, se enrola sozinho e até perde a bola para si
mesmo. Um ou dos jogos no banco não fariam mal a ele.
Vejo muita gente criticando o
Pará. Não entendo. Assim como todos, Pará tem suas dificuldades, mas pra mim é
um cara que honra o manto que veste e que não entra em campo apenas para jogar
pelo Grêmio, e sim para lutar pelo Grêmio. Pará tem consigo a raça que falta
para muitos jogadores do time.
Zé Roberto é outro que é
bastante criticado. Até com razão. Pode ser que apesar da idade ele tenha um físico
de dar inveja, mas não demostra um futebol do mesmo nível em campo. Foi um
baita jogador, mas não consegue mais contribuir 90 minutos.
Um importante desfalque é Luan.
Faz muita falta ao time do Grêmio. Da velocidade ao time e ajuda muito no
ataque com seus dribles. Que volte o mais rapidamente possível!
E no mesmo nível está Dudu. Um
cara esforçado, não se mixa pra qualquer um, assim como Pará. Mas coitado, um
guri que tem um futuro promissor no futebol, e que ainda tem que jogar ao lado
de Barcos.
A de se elogia talvez aquele
que vem sendo o nome do Grêmio em 2014: Marcelo Grohe. Em um momento ótimo,
talvez o melhor até agora em sua carreira, Grohe vem operando milagres e
fechando o gol do nosso Tricolor. Mesmo injustiçado no passado, um verdadeiro
gremista que não desistiu do Grêmio.
Sobre o resto do time, acho
que não está ruim não. No geral, é um bom time. Tem bons atletas que podem sim
conquistar um título. O problema é que o Sr. Enderson Moreira não faz nada para
melhorar isso e continua pecando na montagem do time. Até mesmo eu, que me
considero quase um leigo, vejo problemas nítidos que ele não enxerga. Se vê,
deve ter alguma coisa que não o permite de agir.
Como eu disse, o Grêmio não está mal. Foi muito mal na Libertadores e na final do Gauchão, ok. Errou e vem errado. Tem time, O que falta é organizar melhor o elenco, Falta aquele algo a mais, Um empurrão mais forte.
Mesmo nas dificuldades;
Nós somos bons torcedores
Sem hesitarmos sequer
Aplaudiremos o Grêmio
Aonde o Grêmio estiver
Sem hesitarmos sequer
Aplaudiremos o Grêmio
Aonde o Grêmio estiver
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Empate amargo
Grêmio e Sport se enfrentaram
na noite desta quarta feira pela oitava rodada do Brasileirão Série A,
penúltima rodada antes da parada para a Copa Do Mundo.
Em turbulência, após ser
goleado por 4 a 1 pelo Corinthians em casa, na última rodada, o Rubro-negro
precisava de uma vitória para não correr o risco de entrar na zona de
rebaixamento. Já o Tricolor gaúcho entrou em campo “mordido” após ser derrotado
pelo São Paulo, no Morumbi.
Um primeiro tempo de jogo
morno. Sem muita emoção em campo, porém um bom jogo de se ver. O Sport era quem
ditava o ritmo de jogo, mais rápido, mais corrido. Enquanto o Grêmio segurava
mais a bola, tentava chegar ao ataque com passes e “tabelas”.
Tendo Zé bem marcado no meio,
o que restou para o Tricolor foi investir pelas laterais, mas nem assim o
Grêmio conseguiu bons resultados.
Mesmo o time gaúcho tendo
maior posse de bola no primeiro tempo, os dois times seguiram propondo um jogo
de igual para igual com alguns bons lances para ambos os lados, mas sem muito
trabalho para os goleiros.
Boas chances tiveram , os dois
times, em lances respectivos de chutes de fora da área, por volta dos 37
minutos, primeiro o Grêmio e em seguida o Sport, porém ambos passando por cima
do gol.
Na volta para a segunda etapa,
logo aos 3 minutos, Werley da uma bela testada na bola obrigando o goleiro
Magrão do Sport praticar uma boa defesa.
A chuva deu uma diminuída
considerável no segundo tempo, e ao oposto disso o futebol do Rubro-Negro
cresceu; se já no primeiro tempo era o time da casa quem ditava o ritmo do
jogo, no segundo tempo era quem dominava a partida.
O Grêmio pouco criava, e
quando construía alguma boa chance parava na defesa adversária. Sport mandou no
segundo tempo, o Grêmio não esboçou reação para com o time da casa e Marcole
Grohe era quem salvava Grêmio e, por que não, foi quem assegurou o empate para
o tricolor gaúcho. Se não fosse ele, poderíamos ter saído da Ilha do Retiro,
sem nenhum ponto.
Com o empate o Grêmio foi a 14
pontos, podendo ficar de fora do G4 até a próxima rodada. Enquanto o Sport,
agora com 8 pontos, não conseguiu a vitória que pretendia para afastar-se de
perto da zona de rebaixamento.
Na última rodada antes da
parada para a Copa o Grêmio enfrenta o Palmeiras no Alfredo Jaconi, em Caxias
Do Sul. E o Sport encara o Vitória no Joia da Princesa.
Ficha técnica:
Grêmio: Marcelo Grohe; Pará,
Werley, Bressan (Saimon) e Breno; Edinho, Zé Roberto, Rodriguinho (Matheus
Biteco), Alán Ruiz e Dudu (Kleber); Barcos.
Sport: Magrão; Patric,
Ferron, Ewerton Páscoa e Renê; Rodrigo Mancha, Rithely e Augusto César (Wendel); Ananias
(Flores), Érico Júnior (Maike) e Leonardo.
Arbitragem:
Marcelo de Lima Henrique
Dibert Pedrosa Moisés
Luiz Claudio Regazone
Local: Ilha do Retiro -
Recife
Data: 28/05/2014
Horário: 19:30h
Público: 7.489
sábado, 24 de maio de 2014
Grêmio perde a segunda no Brasileirão
Chegamos a 7ª rodada do Campeonato
Brasileiro e, desta vez, o Tricolor gaúcho enfrentou o São Paulo no Morumbi,
num duelo de tricolores.
| Foto: Ale Cabral/Agência O Dia |
Vindo de uma série de três
vitórias consecutivas, com uma segunda colocação na tabela, e podendo assumir, parcialmente,
a liderança da Competição, o Grêmio entrou em campo sabendo que iria enfrentar
um São Paulo “mordido”, que vinha de uma goleada de 5 a 2, sofrida contra o
Fluminense no Maracanã, que iria buscar a todo custo uma vitória em casa para
reabilitar-se.
Um inicio de primeiro tempo
muito bom para a equipe do Grêmio que, apesar de ser o time visitante, sai logo
no inicio do jogo para o ataque e até tem alguns bons lances na área são
paulina, porém sem oferecer muito perigo ao adversário.
Passado a pequena pressão
inicial, o time gaúcho passa a impressão que da uma cochilada em campo, deixa
de pressionar o time do São Paulo, que, por sua vez, aproveita a deixa do time
gaúcho e vai ao ataque em busca do gol. Em sua maioria atacando pela direita, o
time da casa tem uma boa oportunidade aos 13 minutos onde Luiz Fabiano tenta
uma finalização da entrada da área em que Marcelo Grohe pratica a defesa.
A impressão que tínhamos no
inicio, de que o Grêmio dominaria o jogo, foi ficando pra trás com o decorrer
da primeira etapa. O Grêmio deixou de atacar constantemente o time paulista e
passou a sofrer ataques cada vez mais audaciosos do time da casa. Apesar disso,
uma das melhores chances da primeira etapa aconteceu a favor da equipe gremista,
aos 20 minutos, com Barcos, que entrou pelo meio da área e bateu forte, mas o
chute passou a esquerda de Rogério Ceni.
A partir dai foram poucas as
chances de ataque do time do Grêmio, que passou a se defender mais e, às vezes,
até com certas dificuldades de bloquear os ataques do São Paulo.
Prova disso foi o ótimo lance do Tricolor paulista já aos 45 minutos,
onde Douglas faz um ótimo passe para Ganso que, ao tentar chutar, é travado na
ultima hora por Dudu, que auxiliava na defensiva gremista.
Na volta para o segundo tempo, logo nos minutos iniciais o técnico
Enderson Moreira é obrigado a fazer a primeira substituição do jogo, tirando
Riveros, que havia sofrido uma falta dura no primeiro tempo – mesmo assim
tentou continuar na segunda etapa, mas não teve condições – e colocando Matheus
Biteco em seu lugar.
Grêmio passou a impressão de
que tinha voltado mais ligado para o segundo tempo, marcava mais e era mais
ousado que o time do São Paulo no inicio. Mas tudo isso não passou de ilusão.
Logo, o Tricolor gaúcho decaiu em campo e o mesmo que havia acontecido no primeiro
tempo aconteceu no segundo. Tanto que o time da casa foi quem marcou, aos 16
minutos, em uma falta cobrada por PH Ganso, Lucão desviou de cabeça e marcou
para o São Paulo.
O Grêmio só foi ter outra boa
oportunidade aos 28 minutos, quando Zé Roberto, que havia entrado no lugar de
Breno, arriscou da meia lua em um chute forte em direção ao gol, mas que
Rogério Ceni defendeu sem muita dificuldade.
Depois disso o Grêmio não fez
mais nada em campo. Uma que outra chance aparecia em bolas paradas, mas que na
maioria das vezes não eram aproveitadas pelos gaúchos. O Grêmio até tomou um
certa pressão dos paulistas; não conseguia criar grandes lances de perigo e quando
alguma boa oportunidade surgia, parava na boa defesa São paulina.
Uma última oportunidade teve o
Grêmio aos 48 minutos, já nos acréscimos, quando Barcos dominou a bola com o
peito – dentro da área – e mandou um bom chute, mas que passou por cima do gol
defendido por Rogério Ceni.
E ficou nisso mesmo, Grêmio
amargou sua segunda derrota na competição e o São Paulo “encaminhou” sua
recuperação após a goleada sofrida na última rodada.
Com a derrota, o Tricolor gaúcho caiu uma
posição, ficando em terceiro. Pelo menos até o domingo, quando poderá ser
ultrapassado na tabela. Já o São Paulo subiu três posições, indo a 12 pontos e
conquistando parcialmente a quinta colocação na tabela.
Na próxima rodada o Grêmio vai
ao Recife onde enfrenta o Sport, enquanto o Tricolor paulista encara o
Atlético-PR no Parque do Sabiá.
Ficha técnica:
Grêmio: Marcelo Grohe; Pará,
Werley, Bressan e Breno (Zé Roberto); Edinho, Ramiro (Maxi Rodrigues), Riveros
(Matheus Biteco), Rodriguinho e Dudu; Barcos.
São Paulo: Rogério Ceni;
Douglas, Lucão, Antônio Carlos e Reinaldo; Souza, Maicon e PH Ganso; Alexandre
Pato (Pabon), Luís Fabiano e Osvaldo (Boschilia).
Arbitragem:
Wilton Pereira Sampaio
Fabricio Vilarinho da Silva
João Patrício de Araújo
Local: Estádio do Morumbi –
São Paulo
Data: 24/05/2014
Horário: 21:00h
Público: 14.992
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Grêmio vence e se mantém na vice-liderança do Brasileirão
Grêmio e Botafogo se enfrentaram na noite desta quarta-feira no estádio
Alfredo Jaconi, em Caxias do sul (terra natal deste que vos escreve), já que a
Arena do grêmio teve de ser entregue à FIFA. O jogo foi valido pela 6º rodada
do Campeonato Brasileiro de 2014.
Com um campo molhado, pesado e
sob fina garoa no começo do jogo, o tricolor entrou em campo na busca de sua terceira
vitória consecutiva para se manter no alto da tabela, enquanto o time do Rio de
Janeiro, desfalcado, buscava os três pontos para tentar subir na competição.
Logo no começo do jogo, aos 5
minutos, Carlos Alberto arrancou ao ataque pelo meio passando por três
marcadores gremistas e tocou para Zeballos que mandou no canto, abrindo o
placar para o time carioca numa noite fria na serra gaúcha.
Duas boas oportunidades gremistas ocorreram por volta dos 20 minutos de jogo, quando Alan Ruiz, em cobrança de falta, exigiu que o goleiro Renan do Botafogo fizesse uma boa defesa mandando a bola para escanteio. Na cobrança do escanteio, após o rebote, novamente Alan Ruiz arrisca um chute forte em direção à meta adversária que sai por cima do gol.
O jogo continuou na mesma pegada, forte, com predominância de ataque para o lado gremista que não dava chances para os cariocas chegarem ao ataque. De tanto insistir, o gol gremista saiu aos 43 minutos, no finzinho da etapa inicial quando em um cruzamento pra área Barcos escora para Rodriguinho que manda um “chutaço” em direção ao gol empatando o jogo para o tricolor gaúcho.
Na volta para a segunda etapa o Grêmio voltou com um gás a mais, e com mais garra ainda pra cima do Botafogo. Investia na maioria das vezes na esquerda com Dudu em lances que davam bons resultados, mas não resultavam em gols. No segundo tempo quem demonstrava uma marcação mais forte era o Grêmio, que pressionava o time visitante em seu campo de defesa evitando que o mesmo criasse alguma coisa e, mesmo quando criava, não resultavam em nada perigoso para o tricolor gaúcho.
Aos 27 minutos uma pequena confusão entre os jogadores de ambos os times, após uma falta cometida por Emerson Sheik em Ramiro, resultou em cartão amarelo para ele e também para Barcos. O episodio esquentou ainda mais o jogo perante ao frio de 12º que fazia em Caxias do Sul, na serra gaúcha.
Depois da confusão o jogo deu uma leve equilibrada entre os times. O Botafogo até conseguiu dar uma respirada em campo, mas quem ampliou o placar mesmo foi o Grêmio em um lance entre Zé Roberto e Maxi Rodriguez –ambos entraram no segundo tempo – em que o veterano Zé deu um lindo passe para Maxi que teve o trabalho de cortar o zagueiro e tirar com perfeição do goleiro Renan virando o jogo para o Grêmio.
Perdendo o jogo o time carioca, tenta se lançar ao ataque nos últimos minutos, mas não havia mais o que se fazer. Vitória gremista por 2x1.
Com o resultado, o time do Grêmio vai a 13 pontos e assume a vice-liderança da competição, enquanto o Botafogo, com 4 pontos, cai para a 17º posição na tabela.
Na sequencia o Grêmio enfrenta o São Paulo no Morumbi enquanto o Botafogo pega o Vitoria no Moacyrzão.
Ficha técnica:
Grêmio: Marcelo Grohe; Pará, Werley, Bressan e Breno; Riveros, Ramiro (Zé Roberto), Alan Ruiz, Rodriguinho (Maxi Rodrigues) e Dudu (Edinho); Barcos.
Botafogo: Renan, Edilson, Bolívar, André Bahia e Junior Cesar; Airton, Bolatti, Gabriel (Sassá) e Carlos Alberto (Gegê); Zeballos (Wallyson) e Emerson.
Arbitragem:
Flavio Rodrigues de Souza
Kléber Lúcio Gil
Márcio Luiz Augusto
Local: Estádio Alfredo Jaconi – Caxias do Sul
Data: 21/05/2014
Horário: 22:00h
Público (total): 8.101
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Devolvam o meu Grêmio
Faz tempo que não apareço aqui, mas hoje, não posso ficar calado. Vou dar a minha opinião de torcedor mesmo, que sou desde que me entendo por gente. Um time eliminado em 2011, 2013 e 2014 SÓ na Libertadores (fora outras competições), um time que nos últimos anos se "ACADELA" diante das decisões, um elenco que é visivelmente mercenário e que não dá raça em campo que a instituição Grêmio merece por tudo que já construiu.
Esse time não faz mais questão de fazer jus ao apelido "IMORTAL", no Grêmio o futebol e a paixão dos torcedores viraram motivos de palhaçadas pelos próprios gestantes.
Eu suplico ao último Deus, ao que for preciso: Devolvam O MEU Grêmio!
Devolvam a alma castelhana, o time que jogava por amor e que dava carrinho de cabeça. Futebol bonito e estrategista era em segundo plano, o que realmente interessava era o título de qualquer maneira, no chutão, na força ou em qualquer merd*, mas o Tricolor voltava aclamado pela melhor torcida desse mundo, carregando nos braços a taça, e no peito trazendo a alma tricolor.
Não fui na Arena ainda, a Arena do Grêmio com toda a tecnologia e tudo que tem direito, mas sinto que lá não é a casa do meu tricolor. Prefiro o Olímpico "velho", com as tintas das arquibancadas apagadas de tanto a torcida apoiar, palco das maiores conquistas do nosso imortal. Lá não tinha toda essa frescurinha e MP pegando no pé, a torcida ia com o trapo, instrumentos na mão e o apoio incondicional ao Grêmio.
Lamentável que tudo tenha acabado: Olímpico, títulos e time aguerrido.
E para a brilhante torcida monumental, coloquem pressão nesses jogadores mercenários, coloquem o dedo na cara deles e exijam a dedicação que o Grêmio merece, não vamos nos calar e nos acovardar como esses jogadores que dizem ter amor ao Grêmio.
#AcabouAPaciência #DevolvamOMeuGrêmio #JoguemComRaça
Esse time não faz mais questão de fazer jus ao apelido "IMORTAL", no Grêmio o futebol e a paixão dos torcedores viraram motivos de palhaçadas pelos próprios gestantes.
Eu suplico ao último Deus, ao que for preciso: Devolvam O MEU Grêmio!
Devolvam a alma castelhana, o time que jogava por amor e que dava carrinho de cabeça. Futebol bonito e estrategista era em segundo plano, o que realmente interessava era o título de qualquer maneira, no chutão, na força ou em qualquer merd*, mas o Tricolor voltava aclamado pela melhor torcida desse mundo, carregando nos braços a taça, e no peito trazendo a alma tricolor.
Não fui na Arena ainda, a Arena do Grêmio com toda a tecnologia e tudo que tem direito, mas sinto que lá não é a casa do meu tricolor. Prefiro o Olímpico "velho", com as tintas das arquibancadas apagadas de tanto a torcida apoiar, palco das maiores conquistas do nosso imortal. Lá não tinha toda essa frescurinha e MP pegando no pé, a torcida ia com o trapo, instrumentos na mão e o apoio incondicional ao Grêmio.
Lamentável que tudo tenha acabado: Olímpico, títulos e time aguerrido.
E para a brilhante torcida monumental, coloquem pressão nesses jogadores mercenários, coloquem o dedo na cara deles e exijam a dedicação que o Grêmio merece, não vamos nos calar e nos acovardar como esses jogadores que dizem ter amor ao Grêmio.
#AcabouAPaciência #DevolvamOMeuGrêmio #JoguemComRaça
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Letreiro "GRÊMIO CAMPEÃO DO MUNDO" será inaugurado na Arena
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| Fotos: Lucas Uebel |
O Letreiro foi restaurado após ter sido retirado do Olímpico e passará a fazer parte da nova casa do Tricolor no bairro Humaitá acima da loja GrêmioMania da Arena, no lado oeste do estádio. “Com mais esse símbolo, a Arena passa a ter, cada vez mais, a assinatura do Grêmio”, comentou o CEO do Grêmio, Felipe Hermann.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Segundo a FIFA, Grêmio tem mais torcida que o Inter no mundo
A FIFA divulgou hoje um ranking das maiores torcidas do mundo. No Brasil, o Flamengo humilha o resto e o Grêmio supera o Inter. Confere:
1 – Flamengo – 33 milhões
2 – Corinthians – 24 milhões
3 – São Paulo – 15 milhões
4 – Palmeiras – 11,8 milhões
5 – Vasco – 10 milhões
6 – Cruzeiro – 6,7 milhões
7 – Grêmio – 6,4 milhões
8 – Santos – 4,9 milhões
9 – Internacional – 4,7 milhões
10 – Atlético MG – 3,6 milhões
No mundo:
1 – Flamengo (BRA) – 33 milhões
2 – Chivas (MEX) – 30,8 milhões
3 – América (MEX) – 26,4 milhões
4 – Corinthians (BRA) – 24 milhões
5 – Boca Juniors (ARG)- 16,4 milhões
6 – Juventus (ITA) – 16,3 milhões
7 – São Paulo (BRA) – 15,3 milhões
8 – Milan (ITA) – 13,4 milhões
9 – Cruz Azul (MEX)- 13,2 milhões
Fonte: FIFA
Texto retirado do Blog do Bola
1 – Flamengo – 33 milhões
2 – Corinthians – 24 milhões
3 – São Paulo – 15 milhões
4 – Palmeiras – 11,8 milhões
5 – Vasco – 10 milhões
6 – Cruzeiro – 6,7 milhões
7 – Grêmio – 6,4 milhões
8 – Santos – 4,9 milhões
9 – Internacional – 4,7 milhões
10 – Atlético MG – 3,6 milhões
No mundo:
1 – Flamengo (BRA) – 33 milhões
2 – Chivas (MEX) – 30,8 milhões
3 – América (MEX) – 26,4 milhões
4 – Corinthians (BRA) – 24 milhões
5 – Boca Juniors (ARG)- 16,4 milhões
6 – Juventus (ITA) – 16,3 milhões
7 – São Paulo (BRA) – 15,3 milhões
8 – Milan (ITA) – 13,4 milhões
9 – Cruz Azul (MEX)- 13,2 milhões
Fonte: FIFA
Texto retirado do Blog do Bola
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Musas do Gremistano - Letícia Bernardi
Nome:
Letícia Bernardi
Data de Nascimento:
23/08/1991
Cidade:
Bento Gonçalves-RS
Letícia Bernardi
Data de Nascimento:
23/08/1991
Cidade:
Bento Gonçalves-RS
Se você também quer fazer algum pedido ou envio de fotos e videos: gremistano@live.com ou no Twitter: twitter.com/Gremistano
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Musas do Gremistano - Camila Cunha
Nome:
Camila Silva CunhaData de Nascimento:
06/09/1988
Cidade:
Porto Alegre-RS
Pense em uma loira gostosa! Gremista então...
Fotos da Internet
Se você também quer fazer algum pedido ou envio de fotos e videos: gremistano@live.com ou no Twitter: twitter.com/Gremistano
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Musas do Gremistano - Gata Desconhecida
Desta gremista não sabemos o nome! Se alguém identificar, manda pra gente!
Fotos da Internet
Fotos da Internet
Se você também quer fazer algum pedido ou envio de fotos e videos: gremistano@live.com ou no Twitter: http://twitter.com/Gremistano
19:58
Andrei Bonczkowski








































